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O Liberidade surgiu com a missão de trazer luz ao cotidiano dos idosos e escrever novos capítulos de velhas histórias. Afinal, se tudo correr bem, todos vamos envelhecer. E nada melhor do que saber aproveitar a liberdade que a maturidade proporciona.

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30% dos idosos não encontram produtos para terceira idade no Brasil

Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito e da Confederação de Dirigentes Lojistas, celulares e roupas são os mais difíceis de se achar

Três em cada dez idosos brasileiros afirmam sentir falta de produtos para a terceira idade, aponta pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Entre os produtos mais citados estão os celulares com teclado e telas maiores, locais para diversão e vestuário. Cerca de 17% das pessoas com mais de 60 anos acreditam que é difícil comprar roupas porque  eles só encontram peças para pessoas muito idosas ou muito jovens.

Além disso, quase 40% dos entrevistados gostariam de um melhor atendimento nos pontos de venda, 29% querem bancos para descanso nos locais, 34% pedem rótulos mais fáceis de serem lidos e 27% também sugeriram sinalizações com letras maiores.

Idosos com renda de até dois salários mínimos têm direito a passagem de graça também para fora do Estado (Arquivo/SMCS)

Parte dos idosos pretende gastar seu dinheiro com viagens até o fim do ano (Arquivo/SMCS)

Desejos de consumo

A pesquisa avaliou também o que a população da terceira idade deseja comprar até o fim do ano, desconsiderando os produtos básicos do dia a dia. A maioria (29%) afirmou que pretende adquirir roupas, 20% quer viajar e 19% pensam em sapatos.

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Na hora de escolher um lugar para realizar as compras, os idosos levam em consideração principalmente o preço (69%), a qualidade (54%) e o atendimento (48%), sendo as farmácias e drogarias o local mais visitado por metade deles. Em seguida, vem as lojas de bairro (41%) e os shoppings (25%). Já analisando os serviços de entrega, em primeiro estão os de medicamentos (63%), supermercados (50%) e alimentícios (32%).

Foram entrevistados 619 consumidores com idade acima de 60 anos de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,9 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

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