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A cada seis segundos uma pessoa morre de diabetes, mas adesão ao tratamento ainda é baixa

Pesquisa aponta que, para 92% dos diabéticos, prática de atividades físicas e boa alimentação são fundamentais, mas não é isso que ocorre

Os dados da Federação Internacional de Diabetes são alarmantes. Em 2015, havia 415 milhões de diabéticos no mundo, número que deve passar dos 652 milhões em 2040. No ano passado, um a cada 11 adultos tinha a doença crônica, sendo que metade dos pacientes nem mesmo sabia que tinha o problema. Além disso, o aumento do açúcar no sangue mata uma pessoa a cada seis segundos.

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Entre os entrevistados, 18% têm dificuldade em se medicar diariamente (Foto: Pexels)

Entre os entrevistados, 18% têm dificuldade em se medicar diariamente (Foto: Pexels)

Só no Brasil, são 14 milhões de diabéticos. Muito se fala sobre a doença, mas os resultados continuam sendo negativos nos consultórios médicos. Para entender melhor o porquê disso, a Sociedade Brasileira de Diabetes, em parceira com a empresa Merk, encomendou uma pesquisa ao Ibope para que fossem avaliados os hábitos da população em relação à doença.

Para 92% dos entrevistados diabéticos, a prática de atividades físicas, aliada a uma alimentação saudável, é de fundamental importância para evitar complicações. Ainda assim, dois a cada três pacientes não praticam exercícios. Manter hábitos saudáveis é uma dificuldade para 37% dos pacientes. Além disso, 18% também acham complicado precisar se medicar todos os dias.

Leia mais: Homens que dormem mal podem ter maior risco de desenvolver diabetes

A pesquisa divulgada na última quinta-feira (10) também verificou que 66% acreditam que apenas não faltar nas consultas médicas e realizar os exames são formas de controlar a doença, quando o principal, na verdade, é adotar hábitos de vida mais saudáveis.

Pesquisa

Os dados foram obtidos a partir de entrevistas realizadas entre os dias 13 a 17 de outubro. Dentre os 2.002 participantes, 52% eram mulheres e 48%, homens. Foram ouvidos moradores de todo o Brasil com idade acima de 16 anos das classes A/B (27%), C (50%) e D/E (23%). Os entrevistados foram divididos entre pessoas que têm a doença crônica (6%), não têm, mas conhecem alguém com o problema e participam do cuidado diário da doença (19%), não têm, mas conhecem e não participam dos cuidados (40%) e não têm e também não conhecem pacientes (36%).

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