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O Liberidade surgiu com a missão de trazer luz ao cotidiano dos idosos e escrever novos capítulos de velhas histórias. Afinal, se tudo correr bem, todos vamos envelhecer. E nada melhor do que saber aproveitar a liberdade que a maturidade proporciona.

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Brasileiro tem medo de envelhecer, diz estudo

Um estudo feito pelo Instituto Qualibest e encomendado pelo laboratório Pfizer avaliou como o brasileiro encara o envelhecimento. O resultado? Muitas contradições.

Entre as 989 pessoas ouvidas, 90% declararam ter medo de chegar à velhice. Os principais motivos são a possibilidade de desenvolver problemas de saúde (77%) ou limitações físicas (72%), não ser capaz de se lembrar de coisas ou pessoas (65%), solidão (57%) e preocupações financeiras (52%).

Foi avaliado também o que cada pessoa considera mais importante. A grande maioria (76%) apontou ter saúde. Em seguida, vem segurança financeira (61%), paz interior (38%), sabedoria (32%) e sucesso no trabalho (26%).

E é aí que começam as contradições. Como já vimos, entre os 989 entrevistados, mais da metade diz ter medo da solidão na velhice, porém apenas 20% acredita ser importante ser sociável com os familiares e 8%, com os amigos.
Sobre os aspectos importantes para longevidade, 39% apontaram cuidado com a saúde; 36%, ter uma alimentação saudável; 35%, a atividade física e 30%, cuidados com a saúde mental. Porém, apenas 31% dos entrevistados entre 18 a 25 anos praticam exercícios físicos. O número sobe para 33% entre 26 a 35 anos e para 41% a partir dos 51 anos. É baixo também o número de adeptos a uma alimentação saudável: 39% entre 18 a 25 anos, subindo para 58% acima dos 51 anos.

Foram entrevistadas pessoas de todas as regiões do país com idade entre 18 e 61 anos ou mais. Hoje, a expectativa de vida do brasileiro é de 74,9 anos, segundo o IBGE, mas a população quer viver bem mais que isso: 35% até entre 76 e 85 anos, 23% quer chegar até entre 86 e 95 anos e outros 23% foi mais longe ainda, com a intenção de estender a vida até os 120 anos.

A grande maioria acredita que, para isso, é importante cuidar da alimentação e fazer exames médicos de rotina desde cedo. Porém, apenas 35% dos jovens fazem isso, passando para 47% dos entrevistados entre 36 e 50 anos e 59% dos mais velhos. Se continuarem assim, só com o avanço da medicina para que a longevidade seja possível.
Esse é, inclusive, o motivo dos entrevistados acreditarem que dá para viver mais: 47% apontam o aprimoramento da medicina preventiva e 34%, o progresso das cirurgias para doenças graves e avanços nos medicamentos.

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