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O Liberidade surgiu com a missão de trazer luz ao cotidiano dos idosos e escrever novos capítulos de velhas histórias. Afinal, se tudo correr bem, todos vamos envelhecer. E nada melhor do que saber aproveitar a liberdade que a maturidade proporciona.

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Consumo de remédios que afetam a saúde mental por idosos aumenta nos EUA

Se no início da década 0,6% dos pacientes com mais de 65 anos recebiam prescrições de 3 ou mais remédios, em 2013 o número subiu para 1,4%

Um levantamento divulgado no início do ano passado já alertava para a epidemia de adultos norte-americanos fazendo tratamentos abusivos com substâncias analgésicas. Agora, cerca de um ano depois, um novo estudo focado em idosos aponta que o número de pessoas nesta faixa etária e que tomam ao menos três medicamentos que afetam o cérebro mais do que dobrou em uma década.

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A pesquisa foi publicada na revista especializada “Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine” e também indica que o aumento principal ocorreu entre idosos de zonas rurais. Ao mesmo tempo em que o consumo de medicamentos cresceu, a taxa de visitas ao médico por esse mesmo grupo triplicou.

Segundo a agência de notícias France Press, os remédios prescritos são uma combinação de opiáceos ­- que tem como base o ópio -, antidepressivos, tranquilizantes e antipsicóticos. A combinação é considerada preocupante porque age sobre o sistema nervoso central e implica em maior risco de quedas e ferimentos. Os autores também citam alguns problemas cognitivos.

Ao mesmo tempo em que o consumo de medicamentos cresceu, a taxa de visitas ao médico triplicou (Foto: Pixabay)

Pesquisa

O estudo foi liderado por especialistas da Universidade de Michigan. Após analisarem dados de consultórios médicos entre 2004 e 2013 a partir dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), eles descobriram que, se no início da década 0,6% dos pacientes com mais de 65 anos recebiam prescrições de três ou mais medicamentos que afetam o sistema nervoso central, em 2013 o número subiu para 1,4%.

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Também foi apontado que metade das pessoas que tomam essas combinações não parecem ter sido diagnosticadas com problemas mentais, insônia ou dor crônica.

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