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Maconha pode ser o remédio contra o Alzheimer

Pesquisadores descobriram que compostos encontrados na cannabis têm potencial para acabar com as proteínas responsáveis pelo Alzheimer

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 47,5 milhões de pessoas convivem com algum tipo de demência, sendo que 70% dos casos estão relacionados ao mal de Alzheimer. A solução para evitar que mais pessoas desenvolvam a doença pode estar em uma planta que ainda assusta muita gente: a maconha.

Pesquisadores do Salk Institute, na Califórnia, descobriram que o tetraidrocanabinol e outros compostos encontrados na cannabis  têm potencial para acabar com as beta-amiloides, proteínas responsáveis pelo Alzheimer. As causas da doença ainda não foram totalmente descobertas, mas já se sabe que o acúmulo de beta-amiloides forma placas nas células nervosas e uma inflamação que bloqueiam a comunicação entre os neurônios.

Leia mais: Grupos de apoio ajudam cuidadores e familiares de pessoas com Alzheimer

David Schubert, coautor do estudo, afirmou que esta é primeira pesquisa que demonstra como os canabinoides ajudam no tratamento da doença. O especialista explica que, agora, são necessários testes clínicos para se definir uma terapia com a cannabis.

Os efeitos dos componentes da maconha atuariam como endocanabinoides, moléculas produzidas pelo próprio organismo e que são usadas para a transmissão de sinais pelo cérebro. O estudo foi publicado na revista Nature.

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